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feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

The Perks of Being a Wallflower

 

Autor: Stephen Chbosky

Lido em: Inglês

 

 

Sinopse

Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tacteando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo
.

 

Opinião

Eu penso que disse anteriormente que Os Jogos da Fome foi o primeiro livro que li digitalmente, mas depois de escolher fazer a revisão do Perks é que me lembrei que de facto este é que foi o primeiro livre que não li em papel, e como o li isoladamente, da noite para o dia, esqueci-me. Vi a famosa citação “And in that moment, I swear we were infinite.” e tratei logo de ir pesquisar, mas como ainda não existia tradução em português, teve de ser na outra língua que eu sabia falar razoavelmente. Foi também o primeiro livro que li em inglês à excepção do A Christmas Carol, por isso também impulsionou a leitura noutra língua que não a minha.