Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

the book thief - trailer

Não tenho o hábito de fazer as opiniões dos trailers dos filmes que sei que de certeza que vou ver (como aconteceu com o Mockingjay, que mesmo sendo o livro que eu menos gostei, é claro que não vai escapar dos meus olhinhos), ou quando estou em dúvida se irei ver ou não. E desta vez é da última situação que se trata. Eu já conhecia este livro há imenso tempo antes de o comprar e do filme sair, e não é que me tivesse desapontado, mas para o que toda a gente falava, esperava uma coisa diferente. Agora não sei se hei-de ir em frente ou não, porque também já ouvi dizer que o filme é muito fidedigno e blábláblá. Enfim, vou ver o trailer e já vemos.

 

A Rapariga Que Roubava Livros (The Book Thief)

 

 

Autor: Markus Zusak

Edição Portuguesa: Editorial Presença

 

Sinopse

Molching, um pequeno subúrbio de Munique, durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Himmel as pessoas vivem sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar. A Morte é a narradora omnipresente e omnisciente e através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos, Hans, o pintor acordeonista, e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, assim como de outros moradores da Rua Himmel, e também a história da existência ainda mais precária de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann. Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedidamente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção.

 

Opinião

Eu tenho um interesse especial pela Segunda Guerra Mundial. É algo que vai para além de mim e da qual eu não tenho grande orgulho em confessar. Como o próprio autor diz, como é que alguma coisa pode ser tão horrível e gloriosa ao mesmo tempo? Nenhumas outras palavras podiam descrever tão bem o meu sentimento. O holocausto é algo tão terrível e abominável e afecta uma imensidão de gente inocente que se torna assutador e igualmente grandioso (não no bom sentido da palavra, obviamente, mas não há quem consiga negar que se não se tratasse de uma mancha tão grande na nossa história, de eventos que mudaram as vidas de tantas pessoas. Como é que algo consegue ser tão devastador à escala mundial é precisamente aquilo que me atrai para este tipo de histórias.