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feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

Séries #1 - A Seguir

Eu disse que as férias traziam novidades, e cá está a nova rubrica do blog. A verdade é que, apesar de gostar imenso de livros (não se nota nem nada), gosto de ficção em geral (seja séries ou novelas ou afins). A partir de agora, uma vez por mês (se calhar mais até) vou trazer-vos umas listas com coisinhas giras relacionadas com as histórias que me apaixonam (e que não têm de ter necessariamente páginas).

 

Vou arriscar ao dizer que 99% das pessoas que gostam de ler livros também gostam de ver séries e filmes (em modo obsessivo). Acertei? É bem possível, porque normalmente fazemos parte de um grupo que é viciado em histórias, em imaginação e em ficção. Assim, começa então um novo segmento neste blog, que é o fiction adiction e é onde eu vou falar da minha experiência relacionada com as histórias de ficção fora do universo literário.

 

Hoje vou falar um pouquinho das série televisivas que neste momento estou a acompanhar. Vou apenas incluir aquelas que vi desde o primeiro episódio e que tenho seguido até agora, aquelas que vejo ocasionalmente ficam para outro post, bem como séries que abandonei, animes, mangas... Comecemos!

 

Game of Thrones

 

Esta é a série que toda a gente conhece. Aquela que por muito que se fuja, ninguém escapa. Assistindo ou não, já toda a gente sabe que existem dragões e que o Inverno está a chegar há não sei quanto tempo. Comecei a ver esta série já não sei bem como nem porquê, e apesar de só saber o nome de metade das personagens (como o resto do público que vê isto), estou completamente viciada (mas não o suficiente para me por a ler os livros). É pena que só haja uma temporada por ano com meia dúzia de episódios, que parece que nunca satisfazem realmente os fãs. Tem uma excelente produção e acho que nem é preciso mencionar o quão magnifica é a história, ainda que gostasse que fosse um bocadinho mais rápida, às vezes perco-me e tenho quase a certeza que não sei os plots todos. O meu conselho para quem ainda não começou a ver a série é PAREM JÁ, NÃO O FAÇAM! Pelo que sei, a história ainda vai muito atrasada em relação aos livros, que embora ainda não estarem terminados, têm de certo bem mais conteúdo. A partir daí podem ver a série, porque confesso que deve ser bastante complicado produzir imagens correspondentes ao imaginário nas cabeças.

 

 

 

The Vampire Diaries

De  todas as séries que estão neste post, é aquela que sigo há mais tempo. Foi na altura 'Twilight' da minha vida que coincide com o boom vampírico que chegou à industria do entretenimento. Sinceramente, acho que esta série já viu dias melhores. No inicio, o descobrir da história e todo o arco da Elena ser igual à Katherine e ambas estarem no triângulo amoroso entre irmãos tinha piada e prendia as pessoas ao ecrã, mas agora passadas não sei quantas temporadas, começo a duvidar bastante. Já ouve imensas reviravoltas, cada uma mais estapafurdia que a outra, e começa a tornar-se ridículo como é que só o grupinho do costume é que consegue salvar o dia (e neste caso Mystic Falls e o resto do mundo) das ameaças sobrenaturais, que tão estão cada vez mais irreais. O facto de terem já um spinoff (The Originals) - que eu não vejo, embora tenha sido dos arcs da história mais interessantes - mostra o quão focados os produtores já não estão na história e sim na indústria. O triângulo amoroso já deixou de ser uma figura e neste momento é mais um sólido geométrico, para a frente e para trás, ora a Elena quer o Damon ora o Stephan e nunca ninguém se decide. Algumas das personagens já morreram e voltaram à vida e morreram novamente para mais uma vez regressarem ao mundo dos vivos e aquelas que de facto contribuíram para a história e a poderiam ter tornado interessante desapareceram de vez (como o Alaric e a Lexie). Veremos se depois da pausa de Verão volta á qualidade chick-lit normal ou continua no seu descalabro.

 

 

Revenge

 

Mais uma série que, para mim, tem vindo a perder a qualidade. Tem uma premissa bem interessante, e uma vez que se começa a assistir, percebe-se o quão bem concebida e pensada está, com os pormenores todos no sítio e uma lógica que não se vê em tantas produções deste género. A verdade é que com o passar dos episódios e a popularidade a aumentar, a história começou a engonhar e a acrescentar coisas que não trazem nada de novo nem importante à trama e que só estão a ocupar o espaço do que poderia ser uma grande plot. Neste momento está naquela altura 'shit's going down' e estou entusiasmada para ver como vai correr a nova temporada.

 

 

Reign

 

Tenho visto que estou cada vez a gostar mais de romance histórico, e não posso deixar de culpar esta série, embora não seja o típico historicismo de outras séries, como os The Tudors. Esta série tem algo muito interessante, porque mistura o ambiente em corte medieval e real com coisas muito contemporâneas, como a banda sonora e o guarda roupa das personagens. Mais um triângulo amoroso entre irmãos, se bem que para mim não é nada de mais, aquilo ao fim de quatro episódios desfaz-se logo. Não gostei muito dos últimos episódios, mas está numa base muito interessante da história. Para quem gosta de The Vampire Diaries, é uma excelente recomendação. Para quem está habituado a historicismo mais real e com um plot mais sério, se calhar não é grande ideia.

 

 

Modern Family

 

 

A minha história com esta série é muita esquisita. Eu conheci-a quando começou a dar na FOX Life e andava tudo doido com a promoção e queriam que os espectadores enviassem fotos de família, porque vinha aí 'Uma Família Muito Moderna' e eu só pensava que não existem famílias modernas (no meu imaginário família modernas era tudo com roupas e atitudes super fashion e pá frentex, e nunca estava a ver isso a acontecer). Mas lá comecei a ver um episódio aqui, outro ali, até que só me ria e fiquei a gostar da série (mas só via quando passava na televisão). Há coisa de uns meses deu-me na cabeça de fazer maratona e numa semana vi as temporadas todas (é fácil, visto que cada episódio só tem 20 minutos) e agora estou assim completamente viciada. É a série perfeita para quem chega de um dia de trabalho/faculdade super cansativo e quer descontrair um bocado e dar umas gargalhadas.

 

Sherlock

Esta série é completamente espectacular. Tem pouquissimos episódios (uma vez que só sai um por ano, às vezes nem isso), mas cada um tem a duração de um filme. É uma grande produção da BBC, e olhem que eu não ou grande fã da televisão britânica. Acho que não é preciso dizer do que é que se trata, todos conhecem o Sherlock Holmes. É uma adaptação bastante moderna (e para mim bem melhor que os filmes com o Robert Downey Jr.), tem um argumento de loucos, especialmente quem concebe a mente do Sherlock (e não, não é uma adaptação fidedigna dos livros, porque há imensa tecnologia a fazer parte desta série que não existia quando a série do inspector foi escrita). Não aconselho a toda a gente, mas que é fabulosa, é.

 

 

 

 

 

Mad Men

Esta série saiu-me melhor que a encomenda. Comecei a ver só porque sim, porque vi que era homens de fato e pensei 'hmm parece-me bem' e depois saiu-me esta beleza. Eu sou completamente fascinada pelos anúncios e publicidade vintage e esta série centra-se numa empresa de publicidade durante os anos 60 e as vidas dos seus empregados. Mas se pensam que isto é só anúncios, desenganem-se. Esta série tem tantas reviravoltas que quase parece uma montanha-russa. Guarda roupa lindíssimo, drama, jogos de poder, MUITO ADULTÉRIO e mais uns perlimpimpins que tornam esta história bastante interessante, com o glamour dos anos 60 à mistura, só podia dar bom resultado, certo?

 

 

 

 

 

Por hoje é tudo. Espero que tenham gostado e que acompanhem esta nova rúbrica aqui no blog que fala do outro lado da ficção que não se centra só nas página dos nossos adorados livros.