Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

Divergente - O Filme

Finalmente vi o filme. E digo-vos já, fiquei bastante surpreendida. como já tinha dito na apreciação do trailer, a minha impressão inicial era que isto parecia-se muito com o The Hunger Games. A divisão da população em grupos, que é semelhante aos distritos, a cena inicial de preparação e escolha, o poder ditador governalmental... Mas à medida que fui vendo o filme fui reparando que afinal não é assim tão parecido, até porque eles não são escolhidos para a facção em que ficam, fazem um género de um teste psicótécnico mas a escolha final é sempre deles.

 

Logo de inicio vi que não era feita para estar neste grupinho de saltar para os comboios e dos comboios e rolar e afins. Apesar de serem os maus deste filme, vi-me logo nos de casaco azul (desculpem-me, eu não sei dizer os nomes ao certo e não quero enganar ninguém), onde o personagem do Ansel acabou por ficar (aquele sinal debaixo do lábio do moço dá cabo de mim).

 

Achei bastante interessante a personalidade do Four, que no inicio era convencido e arrogante mas ao longo do tempo foi amolecendo. Não foi um desenvolvimento ideal, eles praticamente não tinham contacto um com o outro, como é que se apaixonaram? Mas pronto, é um filme, e pelo que eu esperava até está bem melhor. A iniciação é bem melhor que a praxe universitária, a mim ninguém me carregou no ar e a festejar. Os sem facção constituiram um tipo de terrorismo mental que não estava à espera, foi uma inovação em relação ao THG, que por muito que esperneassem tinham sempre distrito (falando da divisão da população, é claro que uns passavam mais fome que outros). O gajo do piercing (que nem sequer soube o nome durante o filme) é um cócó e não gostei dele nunca. Aquelas tatuagens sem agulha, que é só pressionar a placa com o desenho na pele, deviam existir na realidade, era bem bom para pessoas que como eu têm pânico de agulhas.

 

No final fiquei com pena de não me ter aventurado com os livros, porque gostei mesmo do filme e fiquei num cliffhanger no final. Agora também já não o vou fazer, porque já sei o final da trilogia e mesmo assim, acho que prefiro este género com acção e cenas rápidas em filme, não sou muito boa a visualizar este tipo de coisas na minha imaginação. Vou com certesa seguir os filmes, agora fiquei com curiosidade para ver onde é que isto vai dar.