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feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

Cinzas (Ashes to Ashes)

 

Autora: Jennifer Armintrout

Edição Portuguesa: Gailivro

 

Sinopse

Ser vampiro é uma questão de vida ou de morte. Jennifer Armintrout apresenta-nos um novo livro: Cinzas e tal como acontece em A Iniciação e A Possessão o universo que ela criou é bem diferente de tudo aquilo a que estamos habituados. Aqui, os vampiros não podem apanhar Sol e a água benta e as estacas matam-nos. As personagens são na sua totalidade muito misteriosas com vidas anteriores cheias de sofrimento. Quando um vampiro decide iniciar um humano, é necessária uma troca de sangue e isso cria um laço de sangue entre eles. O iniciado com o sangue do seu progenitor nas veias sente-se forçado a velar e a proteger o seu progenitor. Normalmente, são criaturas belas e com poderes superiores aos dos humanos. O Devorador de Almas que é uma das personagens mais misteriosas e poderosas deste romance, decide que Nathan, seu iniciado, fique possuído pelo Mal e Cyrus, também seu iniciado, depois de ser morto por Carrie, ressuscite e se torne humano, sofrendo na pele todas as angústias a que o ser humano está sujeito... Agora o perigo iminente surge no momento em que o Oráculo é libertado, correndo o risco de transformar o mundo num antro de vampiros e transformar o Devorador de Almas num deus maligno. 


Opinião

Eu não disse que era a síndrome do segundo livro? Este foi muito melhor... Não tão bom como o primeiro, mas bem melhor que o segundo.

 



Este pseudo triângulo amoroso Nathan-Carrie-Cyrus já começa a cheirar mal (isto dito por mim, uma pessoa que odeia triângulos amorosos), mas neste livro parecia uma estação de tratamento de águas residuais. Eu compreendia a atracção da Carrie ao Cyrus, justificada pelo laço de sangue entre eles, até compreendi a ligação entre eles quando o moço era novamente humano, mas a Carrie sacrificar tudo em prol dele, incluindo a relação com o Nathan que já ia de vendo em poupa... Não é que eu não goste do Cyrus, aliás, tem vindo a ser das personagens mais bem desenvolvidas desta história, e quanto mais aprendo sobre ele, mais confusa fico em relação a ele, só que eu sou uma pessoa teimosa, e já decidi que é com o Nathan que a Carrie tem de ficar. Não gostei do final deste triângulo, como já disse ora gosto do Cyrus ora não, e sinceramente não vejo outra maneira para que tudo acabasse em bem, mas.. É agridoce.

Quanto ao Max e à Bella... Estes dois vão dar cabo de mim... Gostava que houvesse mais "mel" entre eles, os sentimentos deles são demasiado "crus", mas pode ser com o que aí vem o Max amoleça até àquele ponto de enjoo.

O que também já enjoa é o Soul Eater. Não sei, mas não consigo com este vilão. E eu que gosto de um bom vilão! A Oracle foi óptima como vilã, desde como foi apresentada (a nadar num tanque de sangue, cheia de tubos e careca, esclerótidas pretas, cool right?) até ao seu passo... Não percebi muito bem o motivo para ela e o Soul Eater se quererem juntar (ainda que se soubesse que mais cedo ou mais tarde se acabariam por trair um ao outro), mas preferia que fosse ela a única má deste história.

O último livro está a chegar e agora que já passei as situações que me tinha spoilado logo no primeiro livro, espero que venha aí uma conclusão fenomenal.