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feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

Lover at Last

 

Autora: J. R. Ward

Sem Lançamento em Portugal aquando da Revisão

 

 

Sinopse

Qhuinn, son of no one, is used to being on his own. Disavowed from his bloodline, shunned by the aristocracy, he has finally found an identity as one of the most brutal fighters in the war against the Lessening Society. But his life is not complete. Even as the prospect of having a family of his own seems to be within reach, he is empty on the inside, his heart given to another.... Blay, after years of unrequited love, has moved on from his feelings for Qhuinn. And it’s about time: The male has found his perfect match in a Chosen female, and they are going to have a young—just as Qhuinn has always wanted for himself. It’s hard to see the new couple together, but building your life around a pipe dream is just a heartbreak waiting to happen. As he’s learned firsthand. Fate seems to have taken these vampire soldiers in different directions... but as the battle over the race’s throne intensifies, and new players on the scene in Caldwell create mortal danger for the Brotherhood, Qhuinn finally learns the true definition of courage, and two hearts who are meant to be together... finally become one.

 

Opinião

3 meses! Há 3 meses que eu comecei a ler os livros da Irmandade da Adaga Negra com o intuito de ler a história destes dois. E lá para meio (para aí no Lover Unleashed) é que eu descobri que afinal ainda faltava um tanto para o livro ser publicado (nos states, porque cá deve ser lá para 2050...). Ia-me dando um piri-paque. É que o meu propósito de ler a Irmandade Negra fois só para ler que o Qhuinn ficasse com o Blay (brincadeirinha, eu já conhecia os livros há um tempo, mas ainda não me tinha dado para ler...)

 




Posso dizer que depois de ter lido o livro em 5 dias (porque existe uma unidade curricular que se chama Citologia II e que me está a dar cabo do resto dos neurónios que eu ainda tinha - é ligeiramente irónico como eu passei a semana a estudar citologia ginecológica e a ler um romance entre dois homens xD), estes gifs gentilmente cedidos pelo tumblr representam exactamente a minha reacção:

 

 

 

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Eu já estava habituada a chorar no final dos livros. Quer dizer, saía uma lagrimita, eu ficava com a sensação de vazio infinito dentro do meu coração, mas depois passava. Eu nem tenho bem a certeza o que é que se passou comigo neste livro, mas eu chorei, em chorar mesmo, como se me tivessem arrancado as unhas. EU CHOREI BABA E RANHO NO FINAL! (ainda bem que estava sozinha em casa, senão ainda pensavam que me estava a dar uma coisinha)

 

Anyway, o livro centra-se essencialmente nos meus fofis Qhuinn e Blay (e lá pelo meio há a apresentação de personagens novos que constituem o romance secundário, e aos quais eu não dei importância nenhuma), que já vêm com um historial nos volumes anteriores. Vou agora resumir assim às três pancadas o que aconteceu até ao inicio do Lover at Last: o Qhuinn descobre que o Blay está apaixonado por ele, trata-o mal, beijam-se no centro de treino, fica uma ambiente estranho entre eles, Blay de coração partido porque vê o Qhuinn com todas(os), o Qhuinn manda umas bocas estúpidas para o ar, o Blay aceita ir sair com o Saxton (que é primo do Qhuinn), o Qhuinn não gosta nada e beija o Blay antes dele ir para a night, o Qhuinn espia o date night do primo e do fofi, começam a tratar-se mal um ao outro, o Qhuinn percebe que está apaixonado pelo Blay, o Qhuinn engravida a Layla. Fim xD Isto não é assim tudo tão linear, há umas razões giras lá pelo meio, mas quem lê isto assim pensa que aquilo é uma casa de malucos (e é).

 

Adiante, portanto o Blay é amante do Saxton há quase um ano e como Qhuinn queria ter uma família (porque a que era dele deserdou-o e sempre o tratou como bosta de vaca) agora engravidou a Layla porque ela decidiu estar presente na Necessidade da Autumn, o que lhe acelerou a Necessidade dela, e fez-se o chocapic!

É claro que isto despertou o Blay para os sentimentos reprimidos que as noites calientes com o Saxton não compensavam. E o Saxton ao aperceber-se disso (e como se apaixonou pelo ruivinho), decidiu terminar tudo. É a partir daí que a festa começa (ou não).

 

Podia estar aqui até à oito da noite a falar deste livro, mas isso seria injusto para quem quer ler. Vou apenas dizer que foi um culminar perfeito da acumulação de sentimentos que estes dois me fizeram sentir durante 4 livros e meio. Muita angustia lá pelo meio e muita transformação de personalidades - sim, porque eu só me apetecia bater em alguém! O Qhuinn, que era o mulherengo, o pintas, o sex on legs, agora é um softizinho romântico, e o Blay que andou metade da vida de coração partido por causa dos olhos azul/verde do Qhuinn agora é que lhe deu para ser badass e tótó!

 

Mas isto não é só romance homossexual, calma! Há desenvolvimentos na Irmandade (alguém é induzido, agora já são oito irmãos... deixo-vos adivinhar quem foi ^^), com o Xcor e a Layla, e nos Minguantes (eu honestamente salto sempre os capítulos dos minguantes, aquilo não interessa a ninguém - nem sei porque é que a Jessica continua a escrever POV's deles, porque acabamos sempre por saber o que é que acontece com o Inimigo através dos Irmãos -, mas devo confessar que um dos meus capítulos favoritos deste livro teve a ver com a tropa do Omega (se pensavam que a família do Qhuinn já tinha dado o baza com o Lash, pensaram mal!).

 

Acho que pelo tamanho deste post, já nem é preciso dizer que foi um dos meus favoritos da série. Os últimos três capítulos deram-me cabo das emoções, mas mesmo assim não pude deixar de louvar à Virgem Escrivã o quão lindos e fofos e maravilhosos ficaram os meus bebés juntos (E O QHUINN GOSTA DE DAR MIMINHOS PÓS 'FAZER O AMOR' - que foi a coisa mais surpreendente e doce do livro *.*), depois de tantos altos e baixos na vida de ambos, principalmente na do Qhuinn. Aliás este é um óptimo livro para se perceber o quão moldado o Qhuinn foi ao viver com aquela gentinha à qual ele lá no fundo achava que eram família.

 

Já chega, não acham? Daqui a nada alcanço o limite de caracteres. Por ultimo, mas não menos importante, tenho a dizer que se eu já adorava a mãe do Blay, agora passei a amá-la, e que espero bem que a Ward faço um livrinho para o Saxton, porque eu amo este macho (tecnicamente ele não é homem...). Ah e para quem está preocupada com as possíveis cenas de amor gays, sim, a Ward esmerou-se da mesma maneira do que com os outros casais hetero, mas não é nada que não se leia (ela escolheu bem as palavras para ficar visual o suficiente mas não vulgarmente pornográfico).

 

Keep on Reading! ;D