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feel the pages

uma fangirl obsessiva compulsiva opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção

sobre o blog

uma fangirl obsessiva compulsiva decidiu fazer um blog onde opina e partilha a sua experiência sobre livros de ficção, alguns já existentes em portugal, alguns ainda em tradução e outros sem lançamento previsto nesta miniatura de país.

remember. (QUASE) TODAS AS REVISÕES TÊM SPOILERS, POR ISSO BE AWARE!

sequências

Mesmo prestes a acabar de ler o ultimo livro disponível (em inglês) da Irmandade da Adaga Negra (nunca mais é 26 de Março!) e já ando a pensar no que hei-de ler a seguir. Eu gosto muito de sagas e trilogias e afins. Mas após ter lido a maior saga da minha vida (até agora, estou para ver quando começar o Dark Hunter...) acho que vou para um bocadinho por agora e dedicar o meu tempo a livros individuais, porque e me ponho agora a ler o resto das sagas que quero, nunca mais saio disto. Eis a lista de histórias individuais que vão seguir o Lover Reborn:

 

- The Fault in Our Stars

- Warm Bodies

- Tell the Wolves I'm Home

- Thirteen Reasons Why

- My Life Next Door

- The Truth About Forever

- If Wishes Were Horses LP

- Easy

- Chasing Memories

- Her Best Friend's Brother

 

Agora o pior vai ser escolher xD Não me parece que vá ler todos neste momento. Se calhar guardo alguns para fazer pausa entre outras trilogias e séries com muitos volumes. Mas o The Fault in Our Stars, o Easy e o Her Best Friend's Brother vão ser lidos neste mês de certezinha. Depois logo se vê em que série pego (deve ser o Delirium porque já ando a pensar nele à muito tempo ^^).

À Procura de Alaska (Looking for Alaska)

 

 

Autor: John Green

Edição Portuguesa: Edições Asa

 

Sinopse

«Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa.»

Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada... e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será o mesmo

 

Opinião

Bem, já não vinha cá faz algum tempo (exames da faculdade não brincam em serviço...), mas escolhi este livro para o meu regresso porque foi um dos livros que comecei a ler por 'pressão do tumblr' e que no final acabei por simplesmente adorar. Há algum tempo que não lia um livro sobre problemas reais (porque na maioria escolho livros de romance paranormal) e este foi uma boa retorno ao género. Confesso que no inicio a escrita me pareceu um pouco juvenil de mais para o meu gosto, com toda a mudança de escola e o fazer novas amizades.

 

A história está dividida em duas parte, o 'Antes' e o 'Depois', e dentro dessas divisões os capitulos são referenciados como 'X dias antes' e 'X dias depois', proporcionando uma forma diferente de mostrar ao leitor que algum acontecimento determinante está para acontecer (e que eu nunca, mas nunca na vida adivinhava o que seria se não tivesse lido), potenciando a vontade de ler. Além disso, as personagens são apresentadas de uma forma muito leve e fácil, quase como se já as conhecêssemos há imenso tempo, mas sem nunca comprometer a profundidade emocional e o desenvolvimento psicológico das mesmas. No inicio a história foca-se muito do Miles (que é o narrador, mas que eu não caracterizaria como personagem principal) mas no decorrer da história a atenção vai-se dispersando pelos personagens que vão sendo apresentados, sendo que no final existe um todo principal.

 

Das personagens que me agradaram mais, vou destacar a Alaska, que é a típica 'miúda maravilha' para os rapazes, porque é bonita e extrovertida e sabe coisas giras, tipo fazer um bico a um tubo de pasta de dentes para demonstração da cena real. A Alaska foi uma personagem interessante: umas vezes gostava dela, outras vezes já me irritava, mas isso demonstrou ser muito util na minha interpretação do livro, porque fez com que ela fosse quase real para mim (nem sempre estamos bem com uma pessoa, não é verdade?). Achei muito engraçado o nome 'Alaska' ter sido escolhido por ela - e não, não vos vou dizer o nome verdadeiro dela nem o porquê da escolha, porque isso tira o encanto do passado dela - e do facto de ela perceber de trigonometria mais do que o resto das pessoas do grupo. Posso dizer-vos que foi neste último momento que me apercebi de quanto o John Green é capaz de influenciar as nossas vidas; para mim a Alaska era uma miuda gira e simpática que eu nunca diria que seria minimamente inteligente, quanto mais que iria organizar uma sessão de estudo enquanto comiam batatas fritas. Na verdade, foi aqui que me apercebi de quanto... [e agora calma que tive de ir traduzir a palavra, porque não me ocorre em português] [e confirma-se mais uma vez que o Google tradutor é uma nhanha - nem sei porque é que ainda me dou ao trabalho...] [oquei, não me está mesmo a vir à cabeça, a palavra é judgemental] ...podemos ser das pessoas que não conhecemos, só porque sim e sem fundamento nenhum (sim, só porque ela gostava muito de sexo, isso fazia dela menos inteligente ou com menos amizade pelos seus?).